“PAISAGEM LITORÂNEA”:
relação entre Deus e o ser humano na leitura blondeliana de Eugenio Rivas
DOI:
https://doi.org/10.46731/RELICARIO-v9n17-2022-219Palavras-chave:
Deus. Infinito. Dom. Ser Humano. Paisagem Litorânea.Resumo
No presente ensaio teológico, propomos a metáfora de “paisagem litorânea”. Com ela, pretendemos discorrer sobre a proximidade, bem como sobre a relação e a comunhão entre Deus e o ser humano, segundo a leitura de Eugenio Rivas do pensamento de Maurice Blondel. Se, por um lado, na revelação cristã, Deus se comunica, doa a Si mesmo gratuita e amorosamente, como dom sobrenatural, ao ser humano, por outro, este, como ser finito e, ao mesmo tempo, aspirante ao infinito, apresenta-se em estado transnatural, estado de espera e recepção do mistério do dom superior. A recorrência à metáfora se faz importante pois, da mesma maneira que a “paisagem litorânea” requer a presença da praia, imagem da finitude, e do mar, imagem do infinito, a comunhão com Deus supõe a própria graça divina e a vida humana. Assim, a comunhão com o dom sobrenatural faz com que o ser humano se expanda de tal modo que experiencie aquilo a que insaciavelmente aspira: o infinito.
Palavras-chave: Deus. Infinito. Dom. Ser Humano. Paisagem Litorânea.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.